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Último dia de campanha no Reino Unido

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As sondagens apontam para uma ligeira vantagem de David Cameron nas legislativas britânicas, mas não lhe garantem maioria absoluta.

Neste caso, serão abertas negociações para a formação de um executivo, que poderão acabar por afastar Cameron de Downing Street e manter os trabalhistas no poder, eventualmente aliados com os liberais-democratas.

David Cameron tenta convencer os eleitores indecisos. “Penso que temos vindo a ganhar em questões como a economia. Mas tudo precisa, ainda, de ser feito”, declarou.

Após 13 anos no governo, a ameaça de derrota paira sobre os trabalhistas. Mas outra sondagem, publicada no jornal The Sun, aponta para uma ligeira subida do Labour. O que deu novo impulso a Gordon Brown.

“Penso que esta eleição não é apenas uma competição pelos votos, mas pelos valores que prezamos”, disse o primeiro-ministro. “É uma eleição sobre quem somos, o que esperamos, o que queremos para as nossas famílias e para o nosso futuro”, concluiu.

Nick Clegg, dos liberais-democratas, é a revelação da campanha e pode desempenhar o papel de árbitro se nenhum partido conseguir maioria absoluta.

“Esta é a nossa oportunidade para desenharmos o futuro que queremos. Temos a oportunidade de uma geração para fazer algo diferente. Dizer não às velhas políticas dos trabalhistas e dos conservadores que fazem sempre as mesmas promessas e nunca as cumprem”, declarou aquele que pode ser a peça-chave no xadrez da configuração do novo governo, Nick Clegg.

Tudo em aberto para as eleições desta quinta-feira. Os olhos estão postos nos indecisos, um terço do eleitorado.