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Maré negra atinge administração americana

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Maré negra atinge administração americana

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A responsabilidade da maré negra no Golfo do México sobe até à administração americana.

As autoridades exoneraram a BP do estudo de impacto ambiental detalhado quando aprovaram o projecto há um ano. A companhia petrolífera garante que isso não significa que os efeitos ambientais foram minimizados.

Face ao desastre, os defensores da exploração petrolífera na zona mudam de posição. É o caso do governador da Florida, Charlie Crist: “Precisamos de petróleo, mas não do petróleo do Golfo do México. Ontem, voltei a sobrevoar a área. É a segunda vez que o faço e quando vemos uma tal devastação e a dimensão da mancha, é inacreditável”.

Estão a ser derramados mais de 800 mil litros de petróleo por dia e fechar o poço principal é a prioridade.

A estrutura de mais de cem toneladas que vai permitir cobrir e canalizar o petróleo já chegou ao local, mas serão precisas mais 72 horas para ser colocada no fundo marinho. A operação é arriscada. Nunca foi feita a tal profundidade e, se falhar, pode multiplicar por 12 a quantidade de crude derramado no Oceano.