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Operações condicionadas no Golfo do México

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Operações condicionadas no Golfo do México

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Novos obstáculos no Golfo do México.

Poucas horas após a instalação da cobertura de betão e aço que deveria bombear petróleo para um barco, a operação foi abortada.

No decurso do exercício, a cerca de 1500 metros de profundidade, formaram-se vários cristais no interior da cúpula, semelhantes a gelo.

“Um hidrato acontece quando a gasolina se mistura com a água debaixo de certas pressões e temperaturas. Forma-se um cristal muito parecido com gelo. O que aconteceu foi que estávamos a colocar a cúpula sobre a fenda. Formou-se um grande volume de hidratos no interior da cobertura, obrigando-nos a movê-la para o lado da fenda”, diz Doug Suttles, chefe de operações da BP.

Os técnicos dizem que vão precisar de pelo menos dois dias para encontrar alternativas.

De mãos atadas, a BP continua a incendiar de forma controlada o crude que subiu à superfície marinha, para deter a hemorragia de petróleo.