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Sob pressão dos mercados, da União Europeia e mesmo dos Estados Unidos, Espanha anunciou um endurecimento do plano de austeridade para controlar o défice público.

José Luis Rodriguez Zapatero, que na semana passada descartava medidas adicionais, desculpou-se com o pânico recente entre os investidores, que pareciam temer que a quarta economia da Zona Euro seguisse o mesmo caminho que a Grécia.

A maioria das bolsas europeias reagiu com moderação ao reforço doloroso dos cortes na despesa pública anunciados pelo primeiro-ministro espanhol.

A redução de 5 por cento nos salários dos funcionários públicos e o seu congelamento em 2011 levou os sindicatos – pouco habituados a criticar o poder socialista – a evocar possíveis protestos.

Em Madrid, uma mulher diz que “as medidas deviam ter sido tomadas mais cedo. A população já previa isto, enquanto [o governo] dizia que estavam no bom caminho. Enganou a população”.

Outra diz que “os cortes deviam ser feitos noutra direcção, tal como meter as mãos nos bolsos dos bancos”.

O congelamento das pensões e o fim dos prémios por novos nascimentos são outras das medidas com as quais o executivo pretende reduzir o défice espanhol de 11,2 para seis por cento já em 2011.

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