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Cimeira UE-América Latina: O comércio como fonte de discórdia

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Cimeira UE-América Latina: O comércio como fonte de discórdia

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É o comércio que os une e que os separa. As divergências são muitas na véspera da cimeira determinante União Europeia-América Latina. Na mesa estão diversos acordos comerciais que continuam por assinar. A Europa, em fase de abrandamento económico, vê o encontro como uma “oportunidade de ouro” para reforçar a cooperação com a América Latina, em plena dinâmica de desenvolvimento. De fora ficam os temas ainda mais difíceis, como as relações com Cuba.
 
O encontro tem início esta terça-feira, em Madrid, mas a capital espanhola já acolheu os primeiros protestos. Ontem, entre cinco e 15 mil pessoas manifestaram-se contra o capitalismo europeu.
 
Na última década, a Europa tornou-se o segundo parceiro comercial da América Latina e Caraíbas e o principal investidor. Um investimento que vai continuar. Através do Fundo de Desenvolvimento, os europeus prevêem investir, até 2013, quase 800 milhões de euros, sobretudo, em áreas de combate à pobreza e desigualdade social.