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Festa e reivindicações no Dia Internacional contra a Homofobia

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Festa e reivindicações no Dia Internacional contra a Homofobia

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A homofobia deve ser considerada um crime tal como o racismo ou a xenofobia. O apelo foi lançado no dia Internacional contra a Homofobia. Em mais de 60 países houve acções de sensibilização, como por exemplo, em Bruxelas, mas as associações de defesa dos homossexuais recordam que a situação continua a ser muito difícil.
 
Juris Lavrikovs, responsável da comunicação da ILGA-Europa, afirma: “Um dos principais problemas, pan-europeu e não apenas da União Europeu, é o crime de ódio motivado pela homofobia e transfobia. As pessoas lésbicas, homossexuais, bissexuais, transexuais e intersexuais enfrentam sérios problemas em termos de violência e ódio. Há discursos de ódio quase diariamente nos Estados membros, não apenas de organizações radicais, mas mesmo de políticos”.
 
As ONG’s depositam muitas esperanças num projecto de resolução europeia e pedem que seja aprovada o mais depressa possível.
 
Em pelo menos 80 países, a homossexualidade é um crime passível de prisão perpétua e, em sete países, é punida com a pena de morte.
 
Este é o sexto ano, que se celebra o Dia Internacional contra a Homofobia, que marca a data em que a OMS retirou, há 20 anos, a homossexualidade da lista de doenças mentais. Em algumas cidades, como Bruxelas, as celebrações começaram no sábado, com a Gay Pride. Um desfile festivo e colorido que encheu também as ruas de Havana, em Cuba. Mas em outros locais, a festa terminou com a detenção dos participantes. Foi o caso da Bielorrússia.