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Oposição francesa denuncia contrapartidas para libertação de Reiss

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Oposição francesa denuncia contrapartidas para libertação de Reiss

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Houve ou não contrapartidas para a libertação da francesa Clotilde Reiss acusada de espionagem no Irão?

O governo francês diz que não, a oposição diz que sim e dá como prova a libertação iminente de um agente iraniano condenado a prisão perpétua.

O ministro da administração interna assinou ontem a ordem de deportação de Vakili Rad, que tinha sido condenado, nos anos noventa, pelo assassínio de Bakhtiar, o último primeiro-ministro do Xá do Irão.

Bakhtiar vivia exilado em França desde os anos 80 e foi encontrado morto em casa em 1991.

O advogado do agente iraniano, Sorin Margulis, sublinhou que o processo para a libertação do cliente começou há quase um ano “antes da detenção de Clotilde Reiss”.

A estudante francesa de 24 anos chegou a Paris no Domingo depois de ter passado dez meses detida no Irão. Reiss tinha sido condenada a uma pena de prisão e ao pagamento de 250 mil euros. O governo francês nega ter pago a multa.