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Tensão persiste na Tailândia

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Tensão persiste na Tailândia

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Na Tailândia as colunas de fumo são a prova de que a tensão no bairro ocupado pelos camisas vermelhas persiste.

Os rebeldes aceitaram uma proposta do presidente do Senado de servir de mediador nas negociações para colocar fim à crise no país. Mas o executivo tailandês descarta qualquer possibilidade de conversações antes dos rebeldes saírem de Banguecoque.

O chefe de gabinete do Primeiro-ministro acrescenta que esta situação só pode ser alterada e as negociações só podem começar quando acabarem as manifestações.

No país, as negociações estão suspensas desde que o primeiro-ministro, Abhisit Vejjajiva, negou a organização de eleições antecipadas, para meados de Novembro, proposta pelos camisas vermelhas.

A tensão cresceu depois do anúncio e o exército bloqueou a “zona vermelha” com o objectivo de asfixiar os manifestantes, cortando água, luz e distribuição de alimentos. Nos últimos confrontos já morreram 38 pessoas e mais de 300 ficaram feridas.

Um tailandês afirma “que é horrível ver os soldados cercarem toda esta zona e dispararem contra pessoas que não têm como se defender.”

O braço de força entre os dois lados parece não ter fim. Os camisas vermelhas exigem a renúncia do governo, por seu lado o executivo acusa o ex-primeiro-ministro no exílio, Thaksin Shinawatra, de atiçar os protestos.