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Aulas de autodefesa para alunos chineses após ataques a escolas

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Aulas de autodefesa para alunos chineses após ataques a escolas

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Algumas escolas chinesas começaram a incluir no currículo aulas de autodefesa, depois de uma série de ataques contra estabelecimentos escolares no país, que fizeram 18 mortos e mais de 80 feridos.

Os incidentes trouxeram para a ordem do dia as tensões sociais no país e a questão da segurança nas escolas.

Um aluno de Pequim explica que “o principal, é evitar confrontação directa. Primeiro é preciso tentar fugir. No caso de ser apanhado pelo atacante, deve-se então usar as técnicas de autodefesa aprendidas”.

O instrutor de artes marciais sublinha que “as crianças são pequenas, tem pouca força e não podem correr muito depressa, por isso é que foram pensadas estas técnicas de protecção. O essencial é preservar as suas vidas”.

Nos últimos dois meses, foram atacadas seis escolas chinesas. No último incidente, há pouco mais de uma semana, um homem de 48 anos esfaqueou mortalmente 7 estudantes e um professor, ferindo ainda outro adulto e onze crianças, antes de cometer suicídio.