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Na África do Sul reina o cepticismo

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Na África do Sul reina o cepticismo

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A África do Sul investiu 5 milhões e 600 mil euros no Campeonato do mundo. Foram construídos cinco estádios de raiz para a competição, com outros tantos a serem completamente renovados.

O investimento também serviu para relançar a economia e atenuar as desigualdades sociais, através da criação de milhares de empregos. Em teoria, pelo menos 50 mil deveriam perdurar após o final da competição.

No entanto, o optimismo não parece ter chegado aos townships. O cenário de crise, aliado ao receio pelas condições de segurança no país, fez o número de turistas esperados durante o mundial cair em queda livre. Dos 450 mil visitantes aguardados há algumas semanas, restam penas 250 mil.

Em Durban, a construção do novo Estádio Moses Mabhida deu trabalho a 13 mil pessoas. Terminada a obra, os operários viram-se de novo no desemprego. Alguns habitantes de Umlazi investiram na criação de alojamento para os adeptos, mas até ao momento ainda não têm nenhuma reserva para o período do campeonato do mundo.

A euronews esteve no local e testemunhou a inquietude e o cepticismo que reinam entre a população local em vésperas de receber os astros do futebol.