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Ambiente positivo na cimeira China-EUA

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Ambiente positivo na cimeira China-EUA

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A primeira e a terceira economias mundiais registaram tons conciliatórios nas reuniões desta segunda-feira, o primeiro de dois dias da cimeira China-Estados Unidos.

Pequim prometeu continuar a estimular a procura interna e a avançar para uma reforma do Yuan.

Há muito que Washington pede uma apreciação do Yuan para o equilíbrio da economia mundial e, principalmente, da balança comercial entre os dois países.

“Após aderir à OMC, a China tornou-se muito mais aberta às importações e ao investimento estrangeiro. Queremos encorajar a China a ir mais além, a tomar medidas adicionais para que as empresas que exportam para China, que operam na China e que competem com empresas chinesas em todo o mundo, estejam num plano de concorrência justa”, disse Timothy Geithner, secretário do Tesouro dos EUA.

Em 2009, o défice comercial norte-americano com a China foi de 226 mil milhões de dólares contra um recorde de 268 mil milhões no ano anterior.

Mas tanto a China como os Estados Unidos estão cientes que apenas a apreciação do Yuan não é suficiente para equilibrar a balança comercial entre as duas nações.

Outro assunto debatido na cimeira foi a crise orçamental europeia. Os dois países vão auxiliar os esforços europeus de resolução da crise.