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Aliança das Civilizações termina com sessão sobre o Haiti

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Aliança das Civilizações termina com sessão sobre o Haiti

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O último dia do III Fórum Mundial da Aliança das Civilizações das Nações Unidas recompensou as iniciativas para aproximar culturas. Este sábado, no Rio de Janeiro, os jovens subiram ao palco para apresentar projectos que desenvolveram nos quatro cantos do mundo.
 
Akili Dada é um deles. Trata-se de uma organização internacional que dá bolsas de estudo às meninas oriundas de famílias pobres do Quénia.
 
A promotora do projecto, Wanjiru Kamau-Rutemberg, explica os objectivos: “Estamos a investir nas jovens africanas. Identificámos as raparigas mais inteligentes e estamos a dar-lhes bolsas de estudo e a acompanhá-las para garantir que as mulheres tenham um papel na liderança em todo o continente”.
 
O Haiti também esteve em destaque, mais de quatro meses depois do sismo que matou acima de 250 mil pessoas. O primeiro-ministro, Jean-Max Bellerive, admitiu que o país continua isolado.
 
“O Haiti é um país construído a partir do colonialismo, onde coexistem diferentes culturas. Infelizmente, a história fez com não tivesse havido sinergias entre elas. Antes pelo contrário, ficámos com a impressão que elas tiveram um efeito destrutor. Houve uma separação entre as culturas africana, a europeia e a que se desenvolveu na região, ou seja, a cultura ibero-americana”, afirmou Bellerive à Euronews.
 
A Aliança das Civilizações foi lançada em 2005 pela Espanha e pela Turquia para aproximar povos de diferentes culturas. No próximo ano, o encontro é no Qatar.