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Jornalistas e transportes públicos de greve em Atenas

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Jornalistas e transportes públicos de greve em Atenas

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Depois de apresentar ontem um plano de privatizações para combater a crise, o primeiro-ministro grego volta a defrontar a revolta dos cidadãos.
 
Hoje os transportes públicos param durante 24 horas.
 
Com os autocarros e comboios parados os gregos foram obrigados a utilizar os táxis para irem trabalhar. O transtorno é muito e as pessoas estão cansadas como evidencia um cidadão grego:
“Não existem táxis suficientes, os transportes públicos são mais baratos, logo a greve causa um grande inconveniente físico e económico.”
 
O turismo é também um dos sectores mais atingidos por esta greve. Os monumentos estão vazios. As greves começam a fazer parte do quotidiano dos turistas.
 
“Primeiro tivemos de reprogramar os nossos voos por causa da greve do pessoal de cabine da British Airways. Ontem tivemos de esperar num ferry por causa de uma greve de pescadores. Hoje descobrimos que os trabalhadores do metro estão em greve por isso temos de apanhar o táxi para o aeroporto”, afirma o turista americano Andy Foelker.
 
Mas nem só os transportes públicos estão parados na Grécia. Os jornalistas também.
 
Em protesto contra as reformas do sistema de segurança social do país, os jornalistas esquecem as estórias. Até sexta-feira de manhã as televisões e rádios não transmitem programas e os jornais não serão publicados.
 
Para este fim-de-semana está programada mais uma jornada de protesto.