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G20 rejeita taxa bancária mundial

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G20 rejeita taxa bancária mundial

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A recuperação económica está a ser mais rápida do que o previsto, mas os governos devem estabilizar as contas públicas para acalmar as bolsas. Esta é a principal conclusão da reunião de dois dias do G20, em Busan, Coreia do Sul.

Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais do G20 aplaudiram as medidas de austeridade tomadas por vários países europeus.
Mas advertiram que a volatilidade dos mercados é um alerta para os desafios que persistem.

O ministro sul-coreano das Finanças, Yoon Jeung-Hyun, disse que “os eventos recentes no sul da Europa destacam a necessidade de se tomarem medidas credíveis e propícias ao crescimento para se atingir a sustentabilidade financeira.” Jeung-Hyun acrescentou que “os países com sérios desafios fiscais devem acelerar a consolidação”.

Depois das bolsas terem tremido com alertas sobre as contas da Grécia, Espanha e Portugal, esta sexta-feira foi a vez da Hungria provocar a maior queda do euro dos últimos quatro anos.

Ainda assim, o G20 rejeita a ideia de uma taxa sobre as actividades bancárias para financiar um fundo de emergência.