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Alemães contestam plano de austeridade

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Alemães contestam plano de austeridade

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As medidas de contenção anunciadas por Angela Merkel não agradam aos alemães.

O objectivo é poupar 80 mil milhões de euros até 2014. Para lá chegar, o governo pretende suprimir postos de trabalho no sector público, aumentar os impostos e cortar nas prestações sociais.

Um alemão crítica o plano de contenção e diz que são sempre os pequenos a pagar a factura, por isso, considera que é tempo do governo partir.

O défice público alemão subiu para os 3,1% do Produto Interno Bruto em 2009 e este ano deve atingir os 5%.

O plano de austeridade – o maior desde a II Guerra Mundial – é criticado pela oposição e pelos sindicatos.

O líder da Confederação dos Sindicatos Alemães afirma que ninguém deve subestimar a revolta gerada com o desequilíbrio social destas políticas e a determinação de as corrigir.

Os cortes orçamentais vão incidir, por exemplo, sobre o rendimento mínimo garantido e sobre os subsídios aos pais que ficam em casa a cuidar das crianças após a maternidade.