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Obama prepara-se para regressar à região afectada pela maré negra

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Obama prepara-se para regressar à região afectada pela maré negra

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A maré negra no Golfo do México colocou a BP e a administração norte-americana no mesmo barco.

A pressão da opinião pública é cada vez maior à semelhança do impacto ambiental provocado pelo derrame.

A empresa britânica garante estar a fazer progressos na recolha de petróleo com cerca de 14 mil barris de crude diários. Um desempenho, que segundo a petrolífera deverá melhorar nos próximos dias.

Mas a resolução do problema está, ainda, longe do fim. Um especialista diz que as bolhas de petróleo têm um volume igual ao do Lago Eerie, ou seja, são enormes. Os cachalotes têm de nadar nestas áreas para procurar comida que também pode estar contaminada. Por isso, afirma, há muitas razões para estarmos preocupados.

O presidente norte-americano desloca-se no início da próxima semana aos estados da Florida, Mississípi e Alabama para avaliar as últimas medidas no combate à maré negra. Trata-se da quarta visita de Barack Obama à região desde o início do derrame.

A Câmara dos Representantes vai chamar a depor o presidente executivo da BP acusado de ter ocultado informações sobre a verdadeira dimensão da catástrofe.

A petrolífera revelou, entretanto, que pretende doar os lucros da venda do petróleo recolhido no Golfo do México a um fundo de recuperação dos habitats atingidos pela maré negra.