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Trabalhadores param para ver a bola

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Trabalhadores param para ver a bola

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A empresa que fabrica as agora famosas vuvuzelas está, certamente, a ter lucros milionários com o mundial. Muitas outras empresas estão também a beneficiar com este grande acontecimento.

Mas há também o reverso da medalha. A euforia da bola toma conta dos trabalhadores e às horas dos jogos pouca gente tem vontade de trabalhar.

Na filial sul-africana da General Motors, por exemplo, foi preciso encontrar uma solução: “Percebemos, há algum tempo, que o mundial seria algo muito importante para os empregados, por isso, tivemos discussões com eles e decidimos adaptar os horários de trabalho para que eles pudessem ver os jogos”, explica Denise van Huyssteen, porta-voz da GM South Africa.

O esquema foi já utilizado para o jogo de abertura, África do Sul-México. Os trabalhadores deixaram as máquinas às 14 horas locais para poderem assistir à partida.

Para o grupo, o impacto destas paragens na produtividade é mínimo ou inexistente.