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BP recusa criar fundo de emergência

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BP recusa criar fundo de emergência

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A dois dias de uma reunião decisiva entre o presidente da BP e Barack Obama, as acções da petrolífera britânica voltam a afundar-se na bolsa de Londres.

A BP continua a recusar criar um fundo de emergência para acudir ao derrame no Golfo do México, que dura há quase dois meses. As opiniões dividem-se, com alguns analistas a dizerem que isso seria passar um cheque em branco às auroridades norte-americanas.

O grupo vais nos próximos dias decidir o que faz com o dividendo deste ano – se anula, reduz ou adia o pagamento.

O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, William Hague, comentou: “A BP vai decidir sobre o dividendo e tem uma grande tarefa pela frente. Já teve um trabalho muito árduo nas últimas semanas e vai ter que fazer o melhor para parar este derrame de petróleo, de forma satisfatória e permanente”.

As críticas contra a petrolífera britânica chovem de todos os lados, não só da população e do governo americano, mas também de algumas concorrentes.

A norte-americana Chevron foi o mais recente grupo a atacar a BP, ao dizer que tem equipamento que evita acidentes como a explosão que motivou o derrame e a catástrofe poderia ter sido evitada.