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Empresário suíço deixa Líbia depois de dois anos detido

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Empresário suíço deixa Líbia depois de dois anos detido

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O empresário suíço Max Göldi deixou finalmente Tripoli, depois de dois anos detido na Líbia. Um passo importante para a normalização das relações entre o regime de Muammar Kadhafi e a confederação helvética.

Göldi estava retido desde 2008 em retaliação à detenção de Hannibal Kadhafi, filho do dirigente líbio, em Genebra, acusado de maltratar empregados domésticos.

O empresário foi autorizado a sair da Líbia na sequência da visita do ministro dos Negócios Estrangeiros espanhol Miguel Angel Moratinos e da homóloga suíça Micheline Calmy-Rey a Tripoli.

Líbia e Suíça assinaram um “plano de acção” – mediado pela Espanha e pela Alemanha – para resolver a crise diplomática.

O acordo prevê a criação de um tribunal de arbitragem estabelecido em Berlim que deverá investigar as circunstâncias da detenção do filho de Kadhafi.

A crise tinha implicado a União Europeia, com restrições a visas para a elite líbia no espaço Shengen. Tripoli tinha respondido com uma medida semelhante.