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Sudeste de França contabiliza prejuízos das cheias

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Sudeste de França contabiliza prejuízos das cheias

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As piores cheias dos últimos 180 anos a afectar o sudeste de França continuam bem presentes na memória colectiva.

As operações de limpeza prosseguem à medida que se ensaia um regresso à normalidade.

Há árvores partidas, carros amontoados, pessoas desaparecidas e até ao momento 25 vítimas mortais. Depois da tempestade, é tempo de deitar contas vida.

“Tento recuperar algumas coisas, que no fundo não têm grande importância. Já não tenho móveis nem documentos”, diz uma vítima.

Os relatos de quem perdeu tudo ou quase tudo repetem-se em várias povoações.

A violência de alguns episódios leva muitas pessoas a respirar de alívio por ainda estarem vivas, como confessa uma desalojada: “Temos a vida, que já é bom. É verdade que as férias ficaram estragadas mas temos tempo, estamos na reforma, temos uma vida pela frente”.

Em menos de 24 horas choveu o equivalente a seis meses nos departamentos do Var e de Bouches-du-Rhône, no sudeste de França. Os residentes ainda estão em estado de choque.

As cheias dos rios e ribeiros provocaram enormes inundações e correntes de lama que levaram tudo pelo caminho.