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A violência parece controlada no Quirguistão

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A violência parece controlada no Quirguistão

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Os rumores sobre o regresso da violência à Och, no Quirguistão, não impede alguns populares de derrubar as barricadas que bloqueiam a ruas.

Os números oficiais indicam que foram 192 as vítimas mortais dos confrontos entre uzebeques e quirguizes e cerca de dois mil os feridos, mas a cidade acredita agora que o perigo já passou.

“Podemos derrubar as barricadas porque as autoridade quirguizes vieram até aqui e estão a proteger-nos. E as autoridade vão agora apanhar e punir as bestas que semearam a violência, então os cidadão uzebeques podem acreditar nas autoridades”, diz um homem.

Há medida que, no terreno, se desenvolve o trabalho das organizações humanitárias confirmar-se a verdadeira face da violência.
O serviço das Nações Unidas para a Coordenação dos Assuntos Humanitários pediu 57,3 milhões de euros para cerca de 1,1 milhões de pessoas afectadas pelos confrontos inter etnicos dos últimos dez dias no Sul do país, desta antiga república soviética na Ásia Central.

Em Biskeke o governo interino e a Justiça
acusaram o activista dos direitos humanos Azimzhan Askarov, responsável pelo grupo “Air”, de incitar à violência, ao acusar os militares de cumplicidade no que se tem estado a passar.

Um enviado dos Estados Unidos à Ásia Central visitou este sábado o Quirguistão pediu ao governo que facilite o regresso rápido dos refugiados de forma a evitar uma crise humanitaria.