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Conflito em torno do gás russo regressa à Europa

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Conflito em torno do gás russo regressa à Europa

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O conflito em torno do gás russo regressa à Europa.

A Gazprom começou a reduzir as exportações de combustível para a Bielorrússia

O grupo energético do Estado russo acusa o regime de Minsk de não pagar a dívida de duzentos milhões de dólares do combustível entregue desde o início do ano.

O patrão da Gazprom sublinha que “o contrato em vigor permite cortar o fornecimento do gás na proporção da dívida, ou seja em 85%”.

A Bielorrússia argumenta por seu turno que a Gazprom tem de pagar duzentos milhões de dólares pelo trânsito do gás em direcção à Europa.

Vinte por cento das importações da União Europeia transitam pela Bielorrússia O restante gás russo passa pela Ucrânia.

Ontem, Alexandre Lukachenko enviou uma delegação a Moscovo para tentar resolver a situação.

Uma das fontes de discórdia é o preço do gás. A Gazprom diz que os bielorrussos têm pago apenas 150 dólares por mil metros cúbicos de combustível.

A Rússia impõe agora tarifas mais elevadas aos países que faziam parte da União Soviética.