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Turquia justifica encerramento do espaço aéreo a militares israelitas

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Turquia justifica encerramento do espaço aéreo a militares israelitas

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O primeiro-ministro turco afasta a teoria da retaliação, no dia do encerramento do espaço aéreo do país aos militares israelitas.

Tayyip Erdogan garante que a proibição já existe desde a operação militar israelita na Faixa de Gaza, que ficou conhecida como “chumbo fundido”.

“No que respeita ao espaço aéreo, não estou a par deste último acontecimento, mas existe de facto uma interdição”, disse Tayyip Erdogan, a partir de Toronto, onde participa na cimeira dos G-20.

Ao que parece a interdição não tem sido aplicada na totalidade, mas o certo é que muita coisa mudou depois do ataque à frota internacional que transportava ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, a 31 de Maio.

As relações entre os dois países estão sobre pressão desde que nove activistas turcos pró-palestinianos foram mortos no raide.

A comissão criada por Israel para investigar o caso realizou esta segunda-feira a sessão de abertura. Segundo o chefe do grupo, Jacob Turkel, o primeiro-ministro israelita será convocado para falar à comissão.

O governo de Ancara insiste que as autoridades israelitas aceitem a realização de uma investigação internacional sobre o episódio e ofereçam indemnizações às vítimas, além de devolverem os barcos interceptados.