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Mexicanos receiam nova onda de violência

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Mexicanos receiam nova onda de violência

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A aspiral de violência poderá ensombrar as eleições locais no México. Cerca de 30 milhões de mexicanos são amanhã chamados às urnas para escolher os dirigentes locais em 14 estados. A dois anos das presidenciais, o escrutínio é considerado um teste para o partido no poder.

Em 2006, o Governo de Felipe Calderón declarou guerra ao crime organizado, mas à medida que o tempo passa os cartéis de droga têm vindo a ganhar força.

O mais recente confronto entre dois gangs provocou 21 mortos no noroeste do México perto da fronteira com os Estados Unidos.

Também a campanha eleitoral ficou marcada por um banho de sangue. Rudolfo Torre candidato a governador foi assassinado, enquanto, um outro político, próximo do chefe de Estado foi sequestrado.

Um habitante de Ciudad Juárez espera que as eleições decorram sem incidentes, mas recomenda aos eleitores precauções adicionais no dia das eleições.

A cidade situada junto à fronteira com os Estados Unidos é considerada a mais perigosa do país.

Desde o início do ano já foram mortas aqui mais de 1.300 pessoas. A maioria estava ligada a cartéis de droga.