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Mobilização diplomática pela vida dos prisioneiros cubanos

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Mobilização diplomática pela vida dos prisioneiros cubanos

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A vida do prisioneiro político mais conhecido de Cuba está em risco. Guillermo Fariñas encontra-se em greve de fome há quase cinco meses, pela libertação de outros prisioneiros doentes.

O caso dos prisioneiros cubanos mobiliza a Europa. O ministro espanhol dos Negócios Estrangeiros desloca-se, esta semana, à ilha para negociações com o regime dos irmãos Castro.

A porta-voz de Guillermo Fariñas explica a situação:

“Ele aceitou que, se houver uma autorização de libertação médica para 10 ou 15 prisioneiros dos mais doentes e se depois o regime chegar a compromisso com a Igreja para libertar outros prisioneiros progressivamente, estará pronto a parar a greve de fome…

Mas depois não tivémos resposta, só o silêncio. Ninguém diz nada. Há silêncios que matam e Guillermo vai morrer.

Penso que com a visita de Moratinos alguma coisa se vai passar, temos uma oportunidade, mas já tivemos uma certa esperança com a visita de Monsenhor Mamberti e nada aconteceu. Esperemos que Moratinos faça qualquer coisa”.

O esforço diplomático espanhol é acompanhado de perto pela União Europeia e sobretudo pela Itália e pela França, dois países prontos a receber os dissidentes políticos que forem libertados.

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