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Espiões chegaram ao ocidente

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Espiões chegaram ao ocidente

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Hoje é o primeiro dia do resto da vida dos espiões, trocados, entre Estados Unidos e Rússia.

De Moscovo, partiram para o ocidente alguns espiões, condenados por trabalharem para serviços de inteligência ocidentais.

A imprensa não tem certezas sobre o número de espiões trocados. Limita-se a dizer que se trata de uma troca sem precedentes.

Tudo parece ser resultado da chamada cimeira dos hamburguers. Um cidadãos de Moscovo diz que toda esta operação é apenas para valorizar a visita do presidente, aos Estados Unidos:

“Isto é politica. Medvedev foi lá e quis assinalar a sua visita”.

Outro moscovita adverte que ainda há forças que não apreciam o estreitamento de relações:

“Isto não acontece por acaso, mas algumas forças não aceitam, mais uma vez, o estreitamento de relações entre os Estados Unidos e a Rússia”.

O repatriamento foi feito sob grandes medidas de segurança, deixando as câmaras de televisão à distância.

Dos quatro que, aparentemente, sairam de Moscovo, admite-se que três tenham ficado em Londres.

Nos Estados Unidos, a CIA recusa-se a dizer quantas pessoas chegaram de Moscovo. Sabe-se apenas que foram levadas para um local seguro, para serem interrogadas.

Frances Townsed, antigo conselhiero de segurança, admitiu que deve ser dada uma nova indentidade aos espiões.

O vice-presidente americano, Joe Biden, participou num programa de televisão e o apresentador quis saber se os Estados Unidos tinham espias tão calorosas como Anna Chapman, que trocava serviços sexuais por segredos de estado.

Biden foi equívoco, na resposta: “não foi ideia minha, mandá-la embora”.