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Atentados no Uganda reivindicados por ramo da Al-Qaeda


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Atentados no Uganda reivindicados por ramo da Al-Qaeda

O Uganda vive uma semana de luto nacional pelas vítimas dos atentados bombistas deste domingo em Kampala, a capital do país.

O presidente Yoweri Museveni visitou os feridos esta segunda-feira e disse que os responsáveis pelos ataques devem lutar contra os soldados e não contra os civis.

O duplo atentado fez, pelo menos, 74 mortos e 85 feridos. De acordo com o porta-voz do governo, há indicações de que os ataques foram perpetrados por dois bombistas suicidas.

Os rebeldes somalis shebab, ligados à Al-Qaeda, reivindicaram os ataques. O porta-voz explicou que tinham avisado o Uganda para não enviar tropas para a Somália, que a ameaça foi ignorada e que vão continuar os ataques enquanto as tropas ugandesas não saírem do seu país.

As bombas explodiram em dois restaurantes cheios de espectadores que assistiam à final do Mundial de Futebol.

O atentado aconteceu dois dias depois de um comandante shebab ter incitado os rebeldes a atacar o Uganda e o Burundi, países que contribuem para a força de paz da União Africana na Somália.

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