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Detenções no Uganda depois dos atentados

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Detenções no Uganda depois dos atentados

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O Uganda vive uma semana de luto nacional pelos 74 mortos dos atentados bombistas de Kampala.
 
As autoridades ugandesas revelaram esta manhã a detenção de uma série de pessoas suspeitos de estarem implicados no duplo atentado suicida.
 
As detenções foram feitas após ter sido descoberto um cinto de explosivos na área de Makindye, na capital do Uganda.
 
Os rebeldes somalis shebab, ligados à Al-Qaeda, reivindicaram os ataques.
 
O porta-voz explicou que tinham avisado o Uganda para não enviar tropas para a Somália, que a ameaça foi ignorada e que vão continuar os ataques enquanto as tropas ugandesas não saírem do seu país.
 
As bombas explodiram num restaurante e num centro desportivo no momento em que muita agente via pela televisão a final do Mundial de Futebol. 

O atentado aconteceu dois dias depois de um comandante shebab feito ameaças de ataques  contra o Uganda e o Burundi, países que contribuem para a força de paz da União Africana na Somália.
 
A principal força de oposição ugandesa, o Fórum para a Mudança Democrática (FDC) exortou o Presidente, Yoweri Museveni, a retirar as tropas da Somalia.