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Dissidentes pedem em Espanha liberdade para Cuba

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Dissidentes pedem em Espanha liberdade para Cuba

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Chegaram a Espanha os primeiros sete prisioneiros políticos cubanos.

Integram o grupo de 52 dissidentes, que o regime se comprometeu a libertar num prazo máximo de quatro meses.

Depois de sete anos na cadeia foram obrigados a escolher entre a liberdade e a pátria.

“Esperamos que os outros que recusam abandonar o país onde nasceram possam ter em Cuba a mesma liberdade que nós temos neste momento” afirma Julio César Gálvez Rodríguez.

O grupo foi libertado na sequência de um acordo alcançado entre o presidente cubano, o líder da igreja católica e o chefe da diplomacia espanhola.

A decisão é vista um sinal de abertura.

“Na nossa opinião a mudança começa com a liberdade. Não apenas para os nossos camaradas, mas para todos os cubanos independentemente daquilo que pensem ou gostem. Cuba merece uma democracia na qual todos possam participar independentemente das opiniões” refere Léster González Pentón.

Os dissidentes fazem parte de um grupo de 75 pessoas detidas durante a chamada primavera negra de 2003. Os opositores do regime foram condenados a penas de até 28 anos de prisão.