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Depois da prisão, é o actual estatuto que preocupa os dissidentes cubanos.

Desde terça-feira, chegaram a Madrid 11 presos políticos. No bolso têm um passaporte cubano e um visto para entrar em Espanha. Oficialmente são homens livres, mas para entrarem em Cuba a situação é diferente:

“O governo cubano foi claro: se quisermos voltar à nossa pátria, à terra onde nascemos temos de pedir um visto. Por isso, não somos livres, não somos imigrantes, somos refugiados graças a Espanha que nos acolheu” afirma César Galvez.

Duas dezenas de presos políticos aceitaram o exílio. 10 recusam-se a abandonar Cuba e vão, por isso, continuar na prisão. O dissidente Ricardo González Alfonso questiona os critérios do regime cubano:

“Porque é que as autoridades não libertam os dissidentes que continuam detidos em Cuba se apenas têm de abrir as portas da prisão?”

Esta quinta-feira, chegaram a Espanha mais dois opositores políticos cubanos juntamente com a família. É o terceiro grupo em três dias.

À chegada foram transportados do aeroporto para um hotel situado nos arredores de Madrid.

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