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Assolada por inúmeros escândalos nos últimos tempos, a Igreja Católica tornou mais rigorosas as regras de conduta para lidar com casos de pedofilia no seio do clero.

O Vaticano introduziu procedimentos expeditos para resolver os casos mais urgentes e o prazo de prescrição aumentou de 10 para 20 anos.

Charles Scicluna, procurador do Vaticano afirma que “as faculdades estão a ser transformadas em normas e isso é um grande avanço, pois, garante, a norma de lei é compulsiva e certa.”

Os abusos sexuais contra deficientes mentais passam a estar equiparados aos cometidos contra menores.

A coordenadora de uma associação de doentes com a síndrome de Down, reagiu ao afirmar que ao associar os deficientes mentais aos menores, a igreja está a reconhecer a situação de fragilidade dessas pessoas e consequentemente está condenar com maior firmeza quaisquer actos de violência contra pessoas consideradas fracas.

Nos casos urgentes, que terão procedimentos expeditos, serão permita a designação de laicos para os tribunais eclesiásticos

O delito de pornografia infantil foi igualmente introduzido.

As novas normas foram elaboradas pela congregação da doutrina da fé e subscritas pelo papa Bento XVI.

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