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Liderança de Ban Ki-moon "arrasada" em relatório de gestão


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Liderança de Ban Ki-moon "arrasada" em relatório de gestão

O secretário-geral das Nações Unidas volta a ser alvo de críticas que podem comprometer uma recondução ao mandato, a terminar no final de 2011.

A sueca Inga-Britt Ahlenius, que na passada sexta-feira abandonou o cargo de responsável da luta contra a corrupção da ONU, classificou a liderança de Ban Ki-moon de “ deplorável” e a caminho da “decadência”.

As críticas foram publicadas no jornal “Washington Post”.

No relatório final de gestão, Ahlenius vai mais longe e diz que no trabalho de Ban Ki-moon “não há transparência, há falta de responsabilidade”.

Entre outras acusações está o facto de Ban Ki-moon a ter impedido de contratar pessoal, criando, em simultâneo, estruturas paralelas de investigação interna, directamente controladas por si próprio.

Os colaboradores do secretário-geral reagiram às críticas, argumentando que o documento não oferece uma imagem equilibrada da gestão.

No ano passado, a embaixadora-adjunta da Noruega na ONU, Mona Juul, escreveu um memorando interno, em que acusava Ban Ki-moon de ser um líder ausente, passivo e impotente.

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