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Figura mítica da África do Sul, Desmond Tutu vai retira-se da vida pública.

O anúncio foi feito, esta quinta-feira, pelo ex-arcebispo anglicano que pretende dedicar mais tempo à família.

O prémio Nobel da Paz quer abrandar o ritmo a partir de Outubro, altura em que completa 79 anos.

Tutu diz que está na altura de beber chá com a esposa no final da tarde, de acompanhar os jogos de cricket, futebol e de ténis, bem como, de viajar e visitar os filhos e os netos.

O ex-arcebispo tornou-se célebre por usar o púlpito na luta contra o apartheid.

Foi o primeiro negro a ser nomeado decano da Catedral de Santa Maria, em Joanesburgo. Uma posição que lhe permitia ser ouvido. E, desde então, nunca mais parou.

Propôs a igualdade de direitos, um sistema de educação comum e a abolição das leis que limitavam a circulação dos negros.

A luta contra a segregação racial valeu-lhe em 1984 o Prémio Nobel da Paz.

Tutu presidiu à Comissão de Reconciliação e Verdade, destinada a promover a integração racial na África do Sul. Divulgou, depois, o relatório final da Comissão. Um documento que acusava as autoridades do regime racista e as organizações que lutavam contra o apartheid de violarem os direitos humanos.

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