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Chavez rejeita estar a apoiar guerrilha das FARC

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Chavez rejeita estar a apoiar guerrilha das FARC

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A Venezuela ameaçou a Colômbia de responder com uma guerra de 100 anos a um eventual ataque do país vizinho.

Um dia depois de Hugo Chavez ter rompido as relações bilaterais com Bogotá, a tensão diplomática está a alterar a rotina dos milhares de pessoas que cruzam todos os dias a fronteira entre os dois países, que, no entanto, permanece aberta.

Um vendedor de combustíveis colombiano afirma que, “atestar o depósito custa agora 2000 bolívares, e que os guardas venezuelanos dificultam tudo, pedem cada vez mais papéis e documentos”.

Caracas acusa os Estados Unidos de estarem por detrás daquela que é a enésima crise regional.

Para o ministro dos negócios estrangeiros colombianos, é necessário que Chavez esclareça se está a dar abrigo a guerrilheiros das FARC, frente a uma delegação da organização dos Estados americanos.

“É necessário criar um mecanismo específico para resolver esta questão de fundo, a da cooperação na luta contra o terrorismo para podermos destruír estes grupos de uma vez por todas”.

A Colômbia tinha apresentando provas da alegada presença de mais de 1500 guerrilheiros e de vários campos de treino das FARC em território venezuelano.

Hugo Chavez denunciou o que considera ser uma mentira e um pretexto para uma invasão norte-americana. Desde que a Colômbia reforçou a cooperação anti-terrorista com Washington que a tensão tem vindo a aumentar entre os dois países.