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Nasceu o serviço diplomático europeu

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Nasceu o serviço diplomático europeu

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Foi lançado o serviço diplomático que deverá ajudar a União Europeia a falar a uma só voz. Os ministros europeus dos Negócios Estrangeiros aprovaram o organigrama e funcionamento criado pela chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, após quase oito meses de difíceis negociações.

As nomeações devem ser feitas nas próximas semanas. Pierre Vimont, embaixador francês em Washington, é o favorito a secretário-geral, o principal cargo. No total serão seis mil funcionários e um orçamento de três mil milhões de euros anuais.

Mas enquanto a diplomacia europeia sai de terra, os corpos diplomáticos nacionais vêem baixar os orçamentos. Os italianos, por exemplo, fizeram um dia de greve e a paralisação deverá repetir-se nos próximos tempos noutros Estados membros.

O Serviço de Acção Externa vai ser a cara da União Europeia, numa missão que era dividida até agora por vários comissários e pelo Conselho Europeu. Catherine Ashton quer que o serviço, com 136 embaixadas, esteja operacional a 1 de Dezembro e deixou bem claro que não vai substituir os serviços diplomáticos nacionais.

As redes nacionais irão contribuir com 40% dos funcionários, os restantes fazem parte das instituições europeias.