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Dor e desespero no Paquistão

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Dor e desespero no Paquistão

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Divulgada a notícia de que não há sobreviventes, a busca desesperada de notícias, por parte dos familiares, deu agora lugar à dor.

No início do dia, a esperança de alguns familiares, no aeroporto de Islamabade, misturava-se com o desespero pela falta de informação: “Não temos informação que chegue, deram-nos uma lista com os nomes dos passageiros mortos, mas não nos dizem nada sobre os feridos, nem como vão recuperar os corpos”, diz um familiar.

A dor e o desespero reinam também no aeroporto da cidade de onde partiu o voo fatídico – Carachi, a capital económica do Paquistão.

A notícia de que não havia sobreviventes rapidamente veio desmentir as declarações do ministro paquistanês do Interior, que tinha dito que cinco pessoas sobreviveram ao desastre.

Este foi o primeiro acidente importante para a Airblue, uma companhia fundada em 2003, que opera voos domésticos no Paquistão e também linhas para os Emirados Árabes Unidos, Omã e Grã-Bretanha.