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Mortos em cheias no Paquistão já chegam a mil

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Mortos em cheias no Paquistão já chegam a mil

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As inundações causadas por uma semana de chuvas intensas já mataram mais de mil pessoas no noroeste do Paquistão.

O número de desaparecidos é incalculável. Como muitas partes do país ainda estão sem acesso, o governo teme que as estatísticas piorem à medida que forem surgindo novas informações.

As autoridades tentam distribuir bens alimentares, com a ajuda do Exército, mas a ajuda tarda a chegar, principalmente em áreas de difícil acesso. Foram mobilizados 43 helicópteros e mais de cem barcos.

De acordo com a ONU, as cheias afectam um milhão de pessoas.

A propagação de doenças é um dos problemas que se põe neste momento. Há médicos a trabalhar em espaços improvisados, com condições precárias. Devido às águas muitos têm também febre e tosse e teme-se pela propagação de cólera.

Estas já foram consideradas as piores inundações desde 1929.

Em algumas regiões as cheias parecem estar a diminuir mas, no geral, a situação é ainda difícil de controlar.

As autoridades continuam no terreno a tentar resgatar mais de 27 mil pessoas que continuam isoladas.