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Ajuda humanitária chega ao Paquistão

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Ajuda humanitária chega ao Paquistão

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Ja se contam mais de mil mortos, provocados pelas cheias que assolam o noroeste do Paquistão. As chuvas diluvianas da última semana semeram a tragédia, numa região que já sofre os horrores do terrorismo.

Há muitas localidades que permanecem isoladas e sem qualquer contacto. Por isso, as autoridades admitem que os números de tragédia ainda possam subir, até porque não existe qualquer ideia sobre a quantidade de pessoas desaparecidas.

Há estradas, consideradas fundamentais que estão intransitáveis, como reconhece um agente do poder regional:

“A estrada principal que liga Berhrain a Kalam está muito danificada e, nalguns sítios, está mesmo destruída. As pessoas vivem com uma preocupação profunda, e 40 mil residentes locais e dois a três mil turistas estão retidos aqui, na região”.

As atenções estão agora voltadas para a ajuda humanitária, numa região onde falta tudo.

Um cargueiro C-130 da Força Aérea Paquistanesa aterrou este domingo no Aeroporto de Peshawar, com bens de primeira necessidade.

Com as vias cortadas, a distribuição da ajuda esta a tornar-se extremamente difícil e, por vezes, há que improvisar.

As autoridades tentam fazer chegar cuidados médicos à população afectada, sobretudo, aos idosos e às crianças, que são os mais vulneráveis.