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Nuvem de fumo está a criar problemas de saúde pública na capital russa

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Nuvem de fumo está a criar problemas de saúde pública na capital russa

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Em Moscovo, aumentam as inquietudes com a saúde pública devido à nuvem de fumo provocada pelos incêndios associados à vaga de calor na região da capital russa.

Muitos moscovitas tentam deixar a cidade, mas os longos atrasos ou cancelamentos de dezenas de voos provocam a acumulação de passageiros frustrados, sobretudo no aeroporto de Domodedovo, o mais afectado, a sul da capital.

As previsões meteorológicas não são optimistas. As temperaturas deverão subir ainda até aos 44 graus Celsius na parte ocidental do país, pelo menos até quarta-feira.

No domingo, os níveis de monóxido de carbono eram três vezes superiores ao normal, depois de no sábado terem estado seis vezes acima dos valores aceitáveis.

As autoridades moscovitas abriram 120 centros de acolhimento, com ar condicionado e administração de oxigénio para os residentes da capital.

Apesar do balanço oficial contabilizar 52 mortos devido aos incêndios que devastaram mais de 190 mil hectares, fontes anónimas informaram que a taxa de mortalidade na região de Moscovo aumentou 30 por cento em Julho, como consequência do fumo e das temperaturas elevadas.