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Marinha russa assinala décimo aniversário da tragédia do Kursk

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Marinha russa assinala décimo aniversário da tragédia do Kursk

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Foi há dez anos que a Rússia perdeu o submarino nuclear que representava o orgulho nacional e com ele uma tripulação de 118 marinheiros.

Uma catástrofe que impressionou o mundo, pela sua dimensão e pela forma como foi gerida pelas autoridades de Moscovo.

Esta manhã, nas três principais cidades que sofreram terríveis perdas humanas – Murmansk, Kursk e Sebastopol – houve cerimónias em memória das vítimas.

O naufrágio do Kursk no Mar de Barents foi o golpe de misericória na prestigiada Frota do Norte. Uma década depois, a decadência da marinha russa é uma questão que ninguém escamoteia.

Nas cerimónias deste décimo aniversário participaram as famílias dos marinheiros falecidos e algumas altas patentes militares. As autoridades nacionais não se fizeram representar.

Entre os familiares e amigos continua a pairar a dúvida: teria sido possível salvá-los se Vladimir Putin, presidente na altura do drama, tivesse aceitado a ajuda dos submarinos estrangeiros?