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Rússia minimiza risco radioactivo de áreas contaminadas

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Rússia minimiza risco radioactivo de áreas contaminadas

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Os peritos russos minimizam os riscos da radioactividade, causados pelas partículas espalhadas pelos incêndios no país.

Mesmo assim, os bombeiros combatem as chamas que continuam activas na região de Briansk, contaminada pelo desastre nuclear de Chernobyl.

As autoridades insistem que não há motivos de alarme para a saúde pública.

“Para mim é difícil explicar porque é que toda a gente está tão preocupada. Desde ontem que recebo chamadas sem parar de Moscovo, do centro meteorológico, mas não há motivos para preocupação. O nível de radiação está igual ao que sempre esteve. Não aumentou de forma alguma”, diz Tamara Dubrovina, chefe regional do Centro de Monitorização Meteorológica e Ambiental.

A zona de segurança em redor da central de Chernobyl ocupa um raio de trinta quilómetros e está repleta de veículos e materiais usados na catástrofe nuclear de oitenta e seis.

A Rússia combate mais de seiscentos incêndios. No terreno estão quase cento e setenta mil pessoas e quarenta aviões. Mas os meios não chegam e as críticas ao governo aumentam.

Ontem, a polícia de Moscovo dispersou à força uma manifestação em que se pedia a demissão do presidente da câmara da capital, acusado de má gestão da crise. 30 pessoas acabaram detidas.