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Extrema-direita presta homanagem aos soldados japoneses da grande guerra

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Extrema-direita presta homanagem aos soldados japoneses da grande guerra

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A fina flor da extrema-direita europeia e japonesa, reunida em Tóquio, prestoui homenagem aos combatentes nipónicos, da II grande guerra.

Foi este sábado, com Jean Marie Le Pen e Adam Walker na frente que a comitiva se deslocou ao controverso monumento que homenageia os soldados japoneses, mortos durante a guerra.

Junto do contestado Yasukuni, Le Pen disse que os japoneses morreram, em defesa da sua pátria.

“O que conta é a vontade que nós temos de honrar os que morreram em defesa da sua pátria. Se eles eram japoneses ou se eram soldados do mundo, nós temos por eles o mesmo respeito”.

A comitiva que integrava dirigentes portugueses que as agências não identificam, deteve-se junto do monumento que é contestado pela comunidade internacional.

Ali perpetua-se a memória de militares que os aliados acusam de terem cometido, reiteradamente, 14 crimes de guerra.

Para além da França e do Reino UNido, estão ainda presentes representantes da extrema-direita austríaca, belga, espanhola, húngara, romena e portuguesa.