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China recorda os mortos

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China recorda os mortos

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A China guarda este domingo, um dia de luto nacional, em homenagem às 1200 pessoas que morreram, vítimas das piores inundações dos últimos anos.

O dia começou com cerimónias militares, enquanto todos os edifícios públicos içavam as bandeiras a meia haste.

Em Pequim, mais de 10 mil pessoas concentraram- na Praça de Tiananmen.

Fica agora a esperança de uma reconstrução rápida, das zonas sinistradas como disse um cidadão:

“Eu espero que eles se levantem e que sejam fortes para reconstruir Whence e Yuh, os stios mais afectados. Penso que o povo chinês não tem medo das dificuldades”.

Outro homem tem esperança na solidariedade:

“Toda a gente vai fazer qualquer coisa, podemos dar dinheiro ou o nosso esforço. Toda a gente vai contribuir, para ajudar as pessoas das zonas afectadas”.

Os números oficiais falam de 1239 mortos, na região de Gansu, no noroeste da China. Mas há ainda 505 pessoas desaparecidas.

Nas principais praças das cidades chinesas, como em Tianenmen, foram guardados três minutos de silêncio.

A televisão pública continua a exibir imagens da destruição que afectou, praticamente, todas as povoações da montanha de Gansu, como a cidade de Zhouqu.

O governo proibiu as diversões e espectáculos.

Mas já há críticas. Obras feitas à pressa para o desenvolvimento rápido das indústrias hídricas poderão ser a explicação para esta tragédia.