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Verão maldito na Rússia

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Verão maldito na Rússia

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Na Rússia, o presidente Dmitry Medvedev pediu, esta segunda-feira, a ajuda de vários homens de negócios para a reconstrução das casas destruídas pelas chamas.

Os incêndios dos últimos cinquenta dias foram responsáveis pela morte de centenas de pessoas e os prejuízos dias ainda não estão calculados.

As chamas terão destruído mais de três mil habitações e inúmeras colheitas de cereais.
Devido a esta catástrofe, o Produto Interno Bruto (PIB) do país poderá perder o equivalente a 11 mil milhões de euros.

O governo prometeu uma ajuda excepcional às famílias sinistradas:

“Trata-se de aldeias sem recursos, com edifícios velhos em madeira e sem conforto para a vida quotidiana. Penso que devemos pôr-nos de acordo sobre a forma de tornar a vida dessas aldeias mais atractiva, depois de tudo por que passaram”, afirmou Medvedev aos empresários, numa reunião.

Mas o país parece destinado a um Verão infernal. Por um lado tem 480 incêndios ainda activos, por outro está a ser fustigado por uma tempestade de chuva, granizo e ventos violentos.

Na região de São Petersburgo, centenas de aldeias estão sem electricidade, sem estradas e sem comboios.

A tempestade dirige-se para Moscovo, onde já foi lançado um alerta. A boa notícia é que a temperatura vai descer e os moscovitas vão, finalmente, poder respirar.