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O sul do Paquistão enfrenta a ameaça de mais inundações nos próximos três dias. Várias aldeias têm sido evacuadas, mas muitas pessoas recusam abandonar as suas casas. Um mês após as cheias que deixaram um quinto do país debaixo de água e quase cinco milhões de pessoas sem tecto, muitos teimam em proteger o que resta.

“Estou a viver aqui para proteger os meus bens, que sobraram das inundações. Também estou a proteger a minha aldeia e a minha casa, alguns animais que sobraram. Não quero ir embora porque tenho medo que me roubem o que resta”, confessa uma vítima das cheias.

Há zonas que ficaram completamente isoladas pelas águas e onde apenas os helicópteros podem distribuir ajuda. As cheias destruíram estradas e pontes, impedindo os residentes de ir à procura comida ou medicamentos.

As preocupações dirigem-se agora para a força do rio Indo, no sul. O governo mobilizou milhares de trabalhadores para fortalecer os diques que protegem as aldeias das águas. Os serviços de meteorologia alertam para os níveis anormais do rio.

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