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ONU condena violação massiva na República do Congo

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ONU condena violação massiva na República do Congo

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O Conselho de Segurança da ONU condenou a violação massiva de mais de 150 mulheres por rebeldes hutus das Forças Democráticas de Libertação do Ruanda (FDLR) e das milícias mai-mai.

Os ataques aconteceram entre 30 de Julho e 02 de Agosto em 13 aldeias da província de Kivu Norte.

A cerca de 30 quilómetros está a base da MONUSCO, a missão de estabilização das Nações Unidas no país, que acabou por não intervir.

O enviado especial das Nações Unidas para a República do Congo deslocou-se à base na aldeia de Kibua para se inteirar da situação. Roger Meece informou que a força da ONU tinha sido avisada da actividade rebelde na área há já algumas semanas, mas só no dia 12 é que receberam os primeiros alertas de violação por parte de organizações humanitárias.

Meece e uma equipa de investigação devem passar os próximos dias a recolher informações perante os pedidos de uma “investigação rápida, para que os autores sejam punidos pela justiça”.

Em comunicado, a Amnistia Internacional apelou à ONU e ao governo congolês para que encetem esforços para que vítimas, testemunhas e restantes membros das comunidades tenham acompanhamento médico e psicológico urgente.