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"Cisne Negro" abre 67a Mostra de Veneza

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"Cisne Negro" abre 67a Mostra de Veneza

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A “Mostra” de cinema mais norte-americana dos últimos anos iniciou-se ontem em Veneza, sob os auspícios de Quentin Tarantino.

Longe das históricas idílicas de Hollywood, o primeiro dia da 67a edição do festival foi marcado pela estreia do filme “Cisne Negro”.

O realizador Darren Aronofsky, um repetente em Veneza, abriu o “baile” na passadeira vermelha, com os protagonistas do filme, Vincent Cassel e Natalie Portman.

Depois de ter explorado os ringues da luta livre americana em “O lutador”, Aronofsky retrata agora na tela os bastidores do mundo do ballet.

Com a música do “lago dos cisnes” como pano de fundo, “cisne negro” conta a história de Nina, uma bailarina apaixonada e atormentada pelo seu ego, subjugada aos caprichos mais terríveis de um coreógrafo, incarnado por Vincent Cassel.

Um filme negro que parece adaptar-se ao perfil do presidente do júri deste ano, Quentin Tarantino, que vai julgar os 24 filmes em competição.

A edição deste ano é marcada também pela ausência do realizador iraniano Jafar Panahi, impedido de sair do país.

Panahi, que tinha sido recompensado com um Leão de Ouro em 2000, aguarda julgamento depois de ter sido detido durante as manifestações, em Teerão, contra a reeleição do presidente Ahmadinejad.