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Sismo deixa Nova Zelândia sem água

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Sismo deixa Nova Zelândia sem água

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A Nova Zelândia foi sacudida por um violento sismo, com a magnitude sete na escala de Richter, deixando o país sem água potável.

As autoridades dizem que foi o segundo abalo mais violento, na história do país.

Foi sentido em Christchurch, a segunda maior cidade da Nova Zelândia.

A destruição é enorme, mas, em contrapartida, os danos humanos são reduzidos. Apenas alguns feridos e só duas pessoas foram consideradas em estado grave.

Há edifícios literalmente desfeitos que atestam a violência do sismo.

O ministro da Protecção Civil diz que a prioridade agora é a água:

“Estamos a garantir, como disse há pouco, que as pessoas tenham acesso a água potável, que é uma questão importante, para as próximas 24 horas.
Estamos à procura de fontes alternativas. Entretanto, estamos a aconselhar as pessoas a dirigirem-se aos pontos de distribuição”.

O epicentro foi localizado a 16 quilómetros de profundidade, numa zona que fica 30 quilómetros a noroeste da Christchurch.
A terra tremeu na tarde de sexta-feira, quando eram 16 e 35, em Lisboa, mais 12 horas na Nova Zelândia.

As águas do mar e dos rios invadiram a cidade, inundando edifícios e deixando carros submersos.
O aeroporto foi encerrado e os voos desviados para Auckland e Wellington.

Os carris dos comboios foram arrancados e torcidos.

Os danos pessoais não foram maiores, segundo as autoridades, porque as ruas estavam praticamente desertas, à hora a que a terra tremeu.