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O fim do impasse político na Moldávia?

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O fim do impasse político na Moldávia?

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Na Moldávia, a população vota, este Domingo, num referendo para pôr fim a um ano de indecisão política.

Nas urnas, os moldavos deverão dizer se querem ou não que o presidente seja eleito por sufrágio universal directo.

Desde as legislativas antecipadas que se seguiram aos motins de 2009, a coligação entre liberais e democratas não conseguiu eleger um chefe de Estado no parlamento.

Um impasse que suscita as críticas de um parte da população.

Vera Isaiki, residente em Cosnita, confessa que tem vontade de atirar com uma melancia à cabeça do líder da assembleia parlamentar. A cidadã moldava critica o parlamento e afirma que não vai votar.

No entanto, segundo as sondagens, mais de sessenta por cento do eleitorado deverá ir às urnas este Domingo.

“Vou votar para o país mudar, tenho o direito de eleger o Presidente e não vou deixar que alguém decida por mim”, diz uma eleitora moldava.

Os inquéritos de opinião indicam que a população deverá aprovar o sufrágio universal directo.

A Moldávia ambiciona candidatar-se à União Europeia. Na última década, os dirigentes da ex-república soviética distanciaram-se da Rússia e aproximaram-se de Bruxelas.