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Moldávia terá eleições antecipadas

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Moldávia terá eleições antecipadas

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Um referendo inválido, na Moldávia, depois da ida às urnas de apenas 29,67% dos eleitores.
O país, um dos mais pobres da Europa, vê-se agora obrigado a dissolver o Parlamento e a organizar eleições antecipadas.

A consulta popular lançada pelo governo para pôr fim a uma interminável crise política no país saldou-se por uma grande abstenção, o que abre um novo período de incerteza para o país.
Na ida às urnas deveriam ter sido recolhidos, pelo menos, 33,33% dos votos.

No governo, a Aliança para a Integração Europeia que tirou os comunistas do poder no escrutínio de julho de 2009, convocou a consulta dada à incapacidade do Parlamento de escolher o presidente, desde já um ano, em razão do boicote comunista.

O executivo esperava obter nesta consulta o apoio adicional dos trabalhadores residentes no exterior.

A comissão eleitoral tinha aberto 78 novas mesas de votação em vários países europeus onde residem centenas de milhares de emigrantes moldávios, estratégia que não deu votos.